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TERÇA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2019
PÁG. 3
» OBRAS
Da Redação
Tem início nesta terça-
feira (11) a quarta etapa das
obras de reforma e amplia-
ção do Hospital e Mater-
nidade Municipal Doutor
Acílio Carreon Garcia, em
Nova Odessa. O trabalho
consistirá na reforma das
salas de emergência, de es-
tabilização, de observação
pediátrica, de imobilização
ortopédica e da sala de insu-
mos. Oprojeto prevê a troca
de todo o piso, troca da ins-
talação elétrica, pintura de
todos os espaços, colocação
de pastilhas e troca de toda
a iluminação.
A quarta etapa aconte-
cerá simultaneamente com
a terceira, que já está em
andamento há pouco mais
de ummês e consiste na re-
forma e ampliação das salas
de observação masculina e
feminina, obra que vai ga-
rantir aumento no número
de leitos. Na sequência, será
a vez da enfermaria e da sala
de sorologia seremreforma-
das e ampliadas (5ª etapa
das obras). A Prefeitura de
Nova Odessa já entregou à
população a nova sala de
espera do pronto-socorro, a
reforma dos consultórios e
da sala de inalação (1ª etapa)
e também a nova recepção
para as pessoas que vão
visitar pacientes internados
na clínicamédica (2ª etapa).
“Como secretáriodeSaú-
de, é sempre um prazer
poder anunciar o início de
mais uma etapa das obras
de reforma do nosso hos-
pital e maternidade. Mais
prazeroso ainda porque
a empresa não esperou a
conclusão da terceira etapa
para iniciar esta quarta fase
dos trabalhos. E nós fica-
mos ainda mais satisfeitos
quando comprovamos a
qualidade dos serviços que
estão sendo executados. O
retorno da população tem
sidomuitopositivo e anossa
meta é sempre garantir o
melhor atendimento, omais
humanizado possível”, ex-
plicouo secretáriode Saúde,
Vanderlei Cocato.
OUTRAS ETAPAS:
PRONTO-SOCORRO:
Troca de todo o piso vinílico
por porcelanato, instalação
de pastilhas nos corredo-
res e banheiros; Reforma
completa e reformulação da
recepção, coma construção
de banheiros adaptados
M/F; reforma completa da
sala de sorologia (que será
ampliada e aberta), Am-
pliação da enfermaria, que
vai ganhar paredes de vidro,
garantindo visão para as
salas de sorologia e inala-
ção (ambiente totalmente
integrado), Instalação de
“bate-maca” de PVC nos
corredores e Nova pintura
e nova iluminação de LED
para cada ambiente
ENTRADA DO HOS-
PITAL E MATERNIDADE:
Ganhará umacesso coberto
para veículos na parte fron-
tal do prédio
MATERNIDADE:
Cons-
trução de uma nova sala de
pós-parto, com banheiros
adaptados, área de luz, ca-
deiras de amamentação e
trocadores. Ela terá capaci-
dade para 8 leitos, ou seja, o
dobro da atual capacidade;
Construção da nova sala de
pré-parto, onde hoje fun-
ciona a sala de pós-parto.
» ABASTECIMENTO
Se fosse um estado, o Paraíso do Verde estaria no topo do ranking nacional, conforme aponta o levan-
tamento feito em parceria com a GO Associados, consultoria especializada em saneamento básico.
Da Redação
NovaOdessaestáentreos
municípios comosmenores
índices de perdas de água
potável do país, de acordo
com estudo divulgado nesta
quarta-feira (5)pelo Instituto
Trata Brasil, Oscip (Organi-
zação da Sociedade Civil de
Interesse Público) formada
por empresas que atuamno
setor de saneamento e pro-
teção aos recursos hídricos.
No município, 26 em cada
100 litros de água captada
e tratada para o consumo
Índice de perdas de água potável de
Nova Odessa émenor que o de 26 estados
Teminício nesta terça-feira a quarta etapa da
reforma e ampliação doHospital Municipal
A atual sala de pré-parto
tem 2 leitos e passará a ter 3
leitos. Outra novidade é que
a gestante poderá ficar com
um acompanhante. Hoje
isso não é possível devido
ao espaço; Instalação de um
quarto clínico para mulhe-
res com gravidez de risco
CIDADE
dentro da maternidade. O
local terá um banheiro ex-
clusivo; Construção de um
novo quarto de descanso
para os ginecologistas; A
enfermaria será totalmente
reformulada, com paredes
de vidro para garantir visão
total da maternidade.
Divulgação / JNO
Divulgação / JNO
ficampelo caminho, devido
avazamentos, fraudes , entre
outros problemas. A média
deperdasnoBrasil éde38%.
Com base em dados do
SNIS (Sistema Nacional de
Informações sobre Sanea-
mento), ano-base 2017, o
estudo “Perdas de água 2019
- Desafios para disponibili-
dadehídrica e avançoda efi-
ciênciado saneamentobási-
co” abordou todosos estados
brasileiros, oDistritoFederal
e analisou as 100 maiores
cidades brasileiras. Se colo-
cada entre elas,NovaOdessa
ocuparia a 15ª colocação,
à frente de capitais como
Curitiba (comíndice de per-
das de 26,16%), PortoAlegre
(28,46%), Recife (61,11%),
Macapá (62,15%), São Luís
(63,53%), Cuiabá (65,89%),
Boa Vista (69,33%), Ma-
naus (74,62%) e Porto Velho
(77,11%).
Se fosse um estado, o
Paraíso do Verde estaria no
topo do ranking nacional,
conforme aponta o levanta-
mento feitoemparceriacom
aGOAssociados, consultoria
especializadaemsaneamen-
to básico. Com IPD (Índice
de Perdas na Distribuição)
de 26%aferido em2018 - se-
gundo dados do CCO (Cen-
trodeControleOperacional)
da Coden (Companhia de
Desenvolvimento de Nova
Odessa), responsável pelos
serviços de água, esgoto e
manejo de resíduos sólidos
- omunicípiodividiria apri-
meira colocação comGoiás,
com o mesmo percentual,
deixando para trás as outras
unidades da federação.
O estudo ainda avalia
perdas de faturamento dos
municípios em função do
desperdício de água tratada
e cita investimentos neces-
sários para a mudança do
quadro, como troca de tu-
bulações, conexões, ramais,
ampliação de ações contra
fraude e troca de hidrôme-
tros. Os dados revelam que
70% das cidades considera-
dasnoestudotiveramperdas
de faturamento superiores
a 30% por conta da gestão
ineficiente.
Para oprefeitoBenjamim
Bill Vieira de Souza, o es-
tudo reforça a importância
de estados e municípios
ampliarem o combate às
perdas. “Nova Odessa é um
exemplo disso. Nos últimos
seis anos, investimos mais
de R$ 50 milhões na mo-
dernização de todo nosso
sistema de abastecimento
de água. Já trocamos mais
de 50 quilômetros de tubu-
lação, 11 mil hidrômetros,
adquirimos novos softwa-
res e equipamentos que
têm nos ajudado na gestão.
Com isso, reduzimos nosso
índice de 45,1% para 26%”,
explicou Bill.
EFICIÊNCIA
Com a modernização
da rede, Nova Odessa está
entre as cidades da RMC
(Região Metropolitana de
Campinas) que menos reti-
ram água de rios e represas,
segundo o “Manual de Usos
Consuntivos da Água no
Brasil”, divulgado em abril
pela ANA (AgênciaNacional
deÁguas). Em2013, aCoden
tratava 17,5milhões de litros
de água por dia para atender
55,2mil habitantes, segundo
população estimada pelo
IBGE (Instituto Brasileiro de
GeografiaeEstatística).Hoje,
com o sistema otimizado, a
companhia consegue aten-
der 59,3 mil pessoas, tra-
tando três milhões de litros
a menos.
O desempenho elevou a
cidade à categoria de “país
desenvolvido”nocontrolede
perdas de água tratada, se-
gundoclassificação feitapela
IWA(Associação Internacio-
nal da Água - IWA, sigla em
inglês). Se fosse uma nação,
o município estaria entre
as dez que menos perdem
água tratada no processo de
distribuição
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